De algumas semanas para cá, meu amigo Valdecy Carneiro, (psicólogo, coach, hipnoterapeuta e reprogramador mental), tem levado adiante um “programa” diferente… Um quadro chamado “Bate-bola Hipnótico”, onde um grupo de amigos e profissionais diversos se juntam para conversar abertamente sobre um tema relacionado à hipnose.
Até o momento, (02 de Janeiro de 2016), sete episódios já foram ao ar no canal da SIAH1 no YouTube, e deixo pra você os vídeos logo abaixo:
Olá novamente amigos leitores e curiosos sobre a hipnose. Hoje, trago até vocês o vídeo de uma das minhas participações no Programa Reprogramação Mental, exibido pela D+TV e apresentado pelo meu amigo, presidente da SIAH — Sociedade InterAmericana de Hipnose, o psicólogo Valdecy Carneiro.
Este programa foi ao ar no dia 11 de Dezembro de 2013, e nele, Valdecy e eu abordamos alguns detalhes sobre a utilização da hipnose em terapia, explicando alguns “entendimentos” sobre os títulos de quem estuda, pratica e/ou utiliza a hipnose profissionalmente, e muitas outras coisas.
Confira abaixo:
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Que tal deixar seu comentário aí abaixo, dizendo o que achou, se gostou, o que não gostou, ou ainda, deixando qualquer dúvida para que (se possível) eu possa saná-la?
Hoje vou falar de um assunto ligeiramente diferente da minha nossa querida hipnose, mas um assunto ainda correlato: Terapia!
Não me refiro a “ter a pia” cheia de louça pra lavar, muito menos de uma terapia em específico, (como a hipnoterapia, que é um assunto muito abordado aqui no blog). Antes, quero abordar de forma breve as vantagens (e “desvantagens”) de se fazer uma terapia.
Há algum tempo publiquei aqui no blog um excelente texto da Daniela Palmeira, cujo título é “Terapia é coisa pra corajoso!”. Vale a pena conferir! ;)
Desde criança, busquei na música algum tipo de realização.
Meu primeiro “grande” presente de natal, ganhei lá pelos 10 anos de idade: um teclado Cassio. Meus pais me inscreveram nas aulas num conservatório musical em São Bernardo do Campo/SP. Fiz algumas aulas e logo percebi que não daria certo.
Em seguida, tentei o violão. Devia ter meus 13 ou 14 anos e fiz 3 anos de aula. Toco razoavelmente bem. Do violão, nasceu o sonho de cantar. Procurei bandas, passei por várias. Resolvi me aperfeiçoar. Comecei a fazer aulas e então, percebi uma grande dificuldade:
Tenho um bom potencial vocal, volume e timbre agudo. Alcanço notas altas. Talvez o sonho de muitos vocalistas por aí, porém, percebi que só conseguia certas “façanhas” quando estava sozinha e longe de olhares alheios. Nas aulas, virava e mexia eu “empacava” em alguma escala e de lá eu não saía. Ouvi por várias vezes o professor dizer: “você chega, por que não vai?”. Confesso que não sabia a resposta.
É com grande satisfação que venho lhes trazer esta grande chance de se especializarem em Hipnose Clínica!
Valdecy Carneiro, (Presidente da Sociedade InterAmericana de Hipnose; Psicólogo; Psicoterapeuta; Programador Neurolinguísta (PNL); Hipnoterapeuta; Homeopata Clássico; Life Coach; Learning Coach; Executive Coach; Consultor em Treinamentos e Técnicas de Vendas; Palestrante e Consultor Motivacional), através da SIAH, nos trás este excelente curso em 16 encontros semanais, e a nova turma começa em 29/11/2012, (turma de 5ª feira).
Confira a descrição e o conteúdo programático no banner abaixo.
Para que o leitor que não esteja acostumado com o palavreado utilizado se sinta à vontade, determinadas palavras e/ou sentenças terão um sublinhado pontilhado, assim. Apenas coloque o ponteiro do mouse sobre essa palavra para verificar seu significado.
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“É mais fácil quebrar o núcleo de um átomo do que os preconceitos humanos.” — Albert Einstein
Na contramão da afirmação do gênio, aqui estou com mais um artigo para a melhor compreensão da Hipnose.
Grande parte dessas dúvidas vêm da desinformação e preconceito que muitos nutrem acerca da hipnose. E, obviamente, como tudo o que é desconhecido, gera medo, insegurança e desconfiança.
Muita gente atribui tais mitos e conceitos negativos da hipnose aos hipnotizadores de palco, coisa que em minha humilde opinião é uma inverdade1!
Devido à literatura (com seus romances e ficções), cinema e principalmente pelo desconhecimento, a hipnose está repleta e/ou impregnada de mitos e conceitos tortuosos. Neste artigo, minha intenção é trazer à luz a verdade por trás desses conceitos e mitos, para que a total compreensão elucide2 de vez este estigma3.