Gostaria de conhecer um poderoso método de mudanças pessoais?
Então leia o texto abaixo:
A Hipnose Por Ela Mesma!
Em 2009, comemorou-se o Ano da França no Brasil, e o Dr. Joel Priori Maia escreveu um excelente texto sobre a influência da França nos primórdios da Hipnose em terras tupiniquins.
Acesse o excelente texto, e conheça mais sobre a história da Hipnose no Brasil:
Dia 28 de fevereiro de 2016, completa-se 174 anos que James Braid, (19 Jun 1795 – 25 Mar 1860), cirurgião escocês, cunhou o termo hipnotismo (e não hipnose, como geralmente se afirma por aí).
Conheça essa e outras curiosidades no texto abaixo:
A Hipnose pode (e deve) ser usada para várias coisas, desde aprendizagem, diversão (Hipnose de Palco), passando pelo trabalho terapêutico (fobias, depressão, dores, medos, traumas e etc.), na área forense e até em cirurgias diversas. E é justamente sobre essa última área que o texto abaixo trata.
Este texto foi publicado num site estrangeiro1 e traído traduzido por mim, e versa sobre o uso da HipnoSedação (hipnose em sedação) de pacientes em Cirurgias Acordadas, — onde o paciente está acordado durante a cirurgia de retirada do glioma2, ou seja, câncer cerebral.
Então clica/toca aí abaixo e prepare-se para conhecer mais uma incrível utilização da hipnose na saúde e no bem-estar do ser humano. Mas lembre-se também de, ao final da leitura, recomendar este texto para outros leitores, (para isso, basta clicar/tocar no coração verde logo abaixo do texto), e compartilhar com seus amigos nas redes sociais! ;)
Então conheça o excelente curso Hipnose Clínica Online, ministrado pelo amigo Valdecy Carneiro, presidente da SIAH — Sociedade InterAmericana de Hipnose.
Clique/toque na imagem abaixo e conheça mais sobre este excelente curso que eu, Samej Spenser, recomendo!
Até breve! Logo mais volto com alguma notícia ou novidade sobre a hipnose no Brasil e no Mundo.
Olá meus amigos.
Se você perguntar para um estudante do último ano de medicina se ele foi apresentado à hipnose, pode ser que ele dê risada de você! Se você tem dor crônica e perguntar para um profissional da saúde se a hipnose pode ser benéfica, ele pode dar risada de você! Isso acontece porque estão mal informados!
Confira o texto na íntegra! Acesse o conteúdo no meu perfil do Medium.
Dor Crônica e a Hipnose, (e os profissionais mal informados)
Olá amigos leitores do Blog .: Samej Spenser :., hoje trago para vocês uma entrevista que o amigo Filipo Barros Lima realizou comigo no finalzinho de 2014.
Nessa entrevista, falo um pouco dos meus mais de 16 anos de estudos com hipnose, completou 17 anos de estudos em março de 2015 e mostro como entro em auto-hipnose em menos de 2 segundos.
Os temas abordados nesta entrevista são:
Então, sem mais delongas, segue o vídeo com a entrevista na íntegra! ;)
Nesta quinta-feira, dia 26 de Fevereiro de 2015, o farmacêutico e psicólogo francês Émile Coué completaria 158 anos de idade.
Émile Coué de la Châtaigneraie (pronúncia em francês: [emil kue də la ʃɑtɛɲʁɛ]; * Troyes, França, 26 de fevereiro de 1857 — † Nancy, França, 2 de julho de 1926), era membro da tradicional nobreza da Bretanha e foi um notável e instigante psicólogo e farmacêutico, que introduziu métodos de psicoterapia, cura e auto-tratamento, baseados em autossugestão ou auto-hipnose.
A família de Coué descende da nobreza da Bretanha na França e dispunha de meios modestos. Foi um aluno brilhante na escola; ele inicialmente estudou para se tornar um químico. No entanto, ele acabou por abandonar os estudos como o seu pai, que era um trabalhador ferroviário, estava em uma situação financeira precária. Coué, em seguida, decidiu tornar-se um farmacêutico, e graduou-se em farmacologia, em 1876.
Trabalhando como farmacêutico em Troyes 1882-1910, Coué rapidamente descobriu o que mais tarde veio a ser conhecido como o efeito placebo. Ele se tornou conhecido por tranquilizar seus clientes elogiando a eficiência de cada remédio e deixando uma pequena mensagem positiva com cada medicação administrada.
Neste domingo, dia 22 de Fevereiro de 2015, completa-se 96 anos que Hippolyte Bernheim, (professor de medicina francês e neurologista, famoso na história da hipnose e psicoterapia) faleceu.
Confira abaixo um pouco mais sobre ele e sua (importante) ligação com o hipnotismo.
Hippolyte Bernheim nasceu dia 17 de Abril de 1840, em Mulhouse, (pronuncia-se [myˈluːz]), França, e faleceu em 22 de Fevereiro de 1919 (aos 78 anos) em Paris, França.
Olá mais uma vez queridos amigos leitores do Blog Samej Spenser.
Hoje trago para vocês um #Hangout que realizei a convite da galera do grupo HIPNOTERAPIA SOCIAL.
O assunto desse Hangout é “Auto-Hipnose e Mitos da Hipnose”, assuntos que eu já abordei (e vou continuar a abordar) aqui no blog.
Durante pouco mais de duas horas, dei dicas, compartilhei o que sei e respondi dúvidas daqueles que assistiram ao vivo.
Hoje trago para vocês um tema muito interessante: a hipnose pode ser considerada doping?
Quem aborda o assunto é o psicólogo João Oliveira, diretor do ISEC — Instituto de Psicologia Ser e Crescer.
Abaixo, reproduzo o texto na íntegra:
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No clássico de Heródoto Pheidippides, também conhecido como Fidípides, corre (no mínimo) 200 quilômetros indo e voltando entre Atenas, Esparta e Maratona em poucos dias. Por fim, para alertar aos Atenienses sobre a vitória da cidade de Maratona contra os Persas (eles estavam voltando com todas as forças restantes em direção aos Atenienses) ele percorre 42 mil metros correndo, chega cansado, dá o alerta da vitória e que os Persas estão chegando, morrendo em seguida ali mesmo. Graças a esse esforço os Atenienses conseguiram se organizar e vencer o inimigo nessa batalha que faz parte das Guerras Médicas. Hoje, em homenagem ao herói, temos a prova com os mesmos 42 quilômetros batizada com o nome da cidade. Será que tal capacidade teria sido alcançada graças a algum tipo de doping?
Na última quinta-feira, (12/Fev/2015), às 20h, meu amigo, Doutorando em Psicologia Lauro Pontes foi o facilitador de um excelente Hangout, cujo tema foi “Hipnose e Ética”.
Durante duas horas, ele abordou assuntos extremamente importantes para todos aqueles que querem estudar e utilizar a hipnose, — principalmente no contexto clínico e/ou terapêutico —, respondeu perguntas e deixou ótimas dicas.
Aprender e praticar hipnose é como fazer musculação; você não entra na academia hoje, sendo um “chassi de grilo” e levanta 300Kg no supino só com a explicação de como se faz isso. É preciso levantar 30Kg, e após ter se habituado aos 30, aumentar para 40, 50, e assim sucessivamente, até atingir seu objetivo: 300Kg.
Samej Spenser
Recentemente, respondendo um email, usei a frase acima para orientar meu interlocutor à uma prática mais congruente em sua auto-hipnose. E isso me deu a ideia de escrever aqui pra você alguns trechos e/ou citações que gosto ou acho interessantes. Transcrevo alguns abaixo:
Uma apresentação sobre como se aprende a hipnotizar que, particularmente, acho muito legal, foi dada no livro Guia Prático de Hipnose, do espanhol Horacio Ruiz, publicado no Brasil pela Editora Madras.
Hoje, dia 06 de Fevereiro de 2015, o Dr. James Esdaile completaria 207 anos de idade. Abaixo, segue um pouco de sua história.
James Esdaile, (* 06 de Fevereiro de 1808 - † 10 de janeiro de 1859), é uma figura importantíssima na história do hipnotismo!
Os pacientes de James Esdaile (outro adepto da escola mesmeriana) que sofriam as mais severas intervenções cirúrgicas, inclusive amputações sob “sono magnético”, eram apontados pela ciência ortodoxa como “um grupo de inflexíveis e teimosos impostores”.
O lugar de Esdaile na história do hipnotismo não se justifica como criador de métodos ou de escola, mas sim, como exemplo de pioneirismo na luta pelo reconhecimento da hipnose como coadjuvante valiosa da cirurgia. James Esdaile, jovem cirurgião escocês, inspirou-se na leitura dos trabalhos de John Elliotson sobre o mesmerismo. Esdaile começou a sua prática na Índia, como médico da “British East India Company”. Em Calcutá realizou milhares de intervenções cirúrgicas leves e centenas de operações profundas, inclusive dezenove amputações, apenas sob o efeito da anestesia hipnótica. O éter e o clorofórmio ainda não eram conhecidos como agentes anestésicos. Uma das testemunhas descreve como Esdaile extirpara um olho de um paciente, enquanto este acompanhava com o outro o andamento da operação, sem pestanejar. Os fatos eram de esmagadora evidência. Contudo, o Calcutta Medical College moveu-lhe traiçoeira campanha de desmoralização. A anestesia não valia como prova de coisa alguma. Os médicos faziam circular a notícia de pacientes que haviam sido comprados para simular a ausência de dor. As publicações médicas recusavam-se a aceitar as comunicações do cirurgião escocês. Contra Esdaile usava-se ainda o argumento bíblico: “Deus instituíra a dor como uma condição humana. Portanto, era sacrílega a ação anestésica do magnetizador”. 1
Em 1851, Esdaile teve que fechar seu hospital. Voltou à Escócia completamente desacreditado. Mudou-se posteriormente para a Inglaterra, onde não teve melhor sorte. A Lancet publicou a propósito a seguinte repreensão: “O mesmerismo é uma farsa demasiado estúpida para que se lhe possa conceder atenção. Consideramos seus adeptos como charlatães e impostores. Deviam ser expulsos da classe profissional. Qualquer médico que envia um doente a um charlatão mesmerista devia perder sua clientela para o resto de seus dias”. A Sociedade Britânica de Medicina acabou por interditar a Esdaile o exercício profissional. A exemplo de seu mestre Mesmer, esse mártir do hipnotismo morreu no mais completo ostracismo.
Nesta quinta-feira, dia 29 de Janeiro de 2015, o Dr. Rudolf Heidenhain completaria 181 anos. Confira abaixo um pouco mais sobre o Dr. Heidenhain.
Rudolf Peter Heinrich Heidenhain, (* 29 de Janeiro de 1834 em Marienwerder, Prússia Ocidental [hoje “Kwidzyn”, Polônia]; † 13 de Outubro de 1897 em Breslau), era médico fisiologista e professor universitário alemão. Seu filho, Martin Heidenhain (1864-1949), foi um conceituado anatomista.
Ele estudou medicina na Universidade de Halle e Berlim. Após receber seu doutorado, ele permaneceu em Berlim como assistente de Emil du Bois-Reymond (1818-1896). Em 1856, ele retornou para Halle, e trabalhou no laboratório de Alfred Wilhelm Volkmann (1801-1877). Enquanto servia como assistente em Halle, fez melhorias no procedimento para a medição do volume de sangue de Hermann Welcker.
Em 1859, ele alcançou a cadeira de fisiologia na Universidade de Breslau, onde permaneceu pelo resto de sua carreira.
Dois de seus alunos famosos em Breslau eram Karl Weigert (1845-1904) e Ivan Petrovich Pavlov (1849-1936). Seu laboratório foi uma fonte de contribuições volumosos por si mesmo, seus alunos, ou seus assistentes para a Pflügers Archiv (revista alemã de fisiologia) em uma grande variedade de tópicos especiais no domínio de seus estudos.
Heidenhain fez uma extensa pesquisa sobre os processos de secreção e absorção de glândulas. Ele estudou glândulas gástricas do estômago e os processos que costumava produzir pepsina e ácido clorídrico. Os epônimos semi-luas de Heidenhain foram descritas por ele. Estas estruturas celulares (em forma de meia-lua) são associados às glândulas salivares.
Heidenhain conduziu estudos científicos de hipnotismo. Sua pesquisa foi a partir de uma base fisiológica, e ele explicou a hipnose em termos de inibição do córtex. Mais tarde, Ivan Pavlov realizou os estudos fisiológicos de Heidenhain com hipnose.
Em 1880, Heidenhain estava entre os espectadores de uma demonstração de hipnose de palco do hipnotizador dinamarquês Carl Hansen em Breslau, e ficou espantado com os efeitos da sugestão e, em seguida, iniciou estudos experimentais sobre os mecanismos fisiológicos do “magnetismo animal”. Ele notou as variáveis individuais dos graus de sugestionabilidade em seres humanos. Um de seus irmãos foi particularmente suscetível a sugestão.
Neurofisiologicamente — declarou Heidenhain — a hipnose é um estado de atividade reduzida do córtex cerebral e cunhou o termo “inibição central” (inibição cortical). Décadas mais tarde assistiu Ivan Pavlov, (que havia sido seu aluno em 1877 e 1884), em experimentos com reflexo condicionado e estados hipnóticos de seus animais.
O texto acima foi redigido a partir da traição tradução da página do Dr. Heidenhain na Wikipédia em inglês e alemão.
Nesta quinta-feira, dia 22 de Janeiro de 2015, completa-se 184 anos da morte do Dr. Alexandre Jacques François Bertrand, um médico, físico, escritor (entre outras coisas) francês muito significante na história do hipnotismo. Confira abaixo um pouco mais sobre o Dr. Bertrand.
Bertrand nasceu em Rennes (França) em 25 de abril de 1795, e morreu em Paris em 22 de janeiro de 1831, foi médico, naturalista, físico, escritor e colunista de ciência.
Especialista em Sonambulismo e Magnetismo Animal (Mesmerismo), ele defendeu e, em seguida, refutou a teoria do “fluido” e tornou-se um dos instigadores das teorias modernas do hipnotismo.
Ele também escreveu artigos e livros populares sobre geologia, física e questões científicas da época.
Por volta de 23 de agosto de 1819 à janeiro de 1820, ele deu palestras públicas sobre o Magnetismo Animal.
Primeiro como defensor das teses que explicam o efeito do magnetismo usando um fluido universal, Bertrand eventualmente torna-se um dos mestres do pensamento atual que explica o magnetismo pelos efeitos da sugestão. Entre seus ouvintes, há um considerável número de médicos que exercem o magnetismo no hospital.
Ele escreveu alguns livros sobre o Magnetismo Animal, fruto de sua pesquisa e reflexão de seus ensinamentos. Estes trabalhos mostram a evolução de sua forma de olhar para os fenômenos de sonambulismo magnético: Tratado de sonambulismo, 1823; Magnetismo na França, 1826; Êxtase, 1829.
Em 1784, as duas comissões nomeadas por Luis XVI para estudar a prática do magnetismo animal concluíram que a sugestão (ou imaginação) é a verdadeira causa dos efeitos atribuídos ao magnetismo e negaram a existência do fluido universal proposto por Mesmer.
Entre os sucessores de Mesmer, alguns continuam a acreditar na existência do fluido, tais como Puységur e Deleuze. Outros, como o Abade Faria, Baron Henin Cuvillers ou Dr. Alexandre Bertrand, rejeitaram a ideia do fluido magnético e estão na origem das modernas teorias do hipnotismo, tendo recebido (futuramente) a menção e o reconhecimento de (James) Braid por isso.
O texto acima foi redigido a partir da traição tradução da página do Dr. Bertrand na Wikipédia (em francês).
Bom dia, boa tarde ou boa noite!
Essa semana, conferindo as possíveis alterações da página Hipnose na Wikipédia, me deparei com a inserção de um pequeno vídeo (chamado Photographic Studies in Hypnosis: Abnormal Psychology) logo no início do texto.
Esse vídeo, gravado em 1938, em branco e preto, sem áudio e, — pelo que entendi —, é uma demonstração do estado e de alguns fenômenos hipnóticos.
Não é de hoje que se comenta, fala e/ou aborda o assunto da cura do corpo através da mente. E particularmente falando, gosto de usar o termo “cura” exatamente neste contexto, pois na minha concepção, só Deus (substitua a palavra “Deus” pela sua divindade e/ou terminologia favorita) ou o próprio sujeito pode(m) curar. Remédios, a medicina, a ciência, (ainda na minha concepção), são apenas moduladores para facilitar, ajudar e/ou aliviar (n)o processo de cura. Mas sinta-se livre para discordar ou concordar comigo! Rsrsrs
Recentemente assisti um vídeo bem curto, (mas muito interessante), que mostra esse processo de cura da mente sobre o corpo pela perspectiva “científica”. E a melhor parte: qualquer um pode fazer isso, sem dinheiro, sem complicação, sem a ajuda de terceiros!
Imagem: “Estágio Vida | Câncer estágio 4? Não, estágio vida!!”
Olha só que legal! rsrsrs
Hoje eu trago pra vocês o vídeo da cirurgia no braço do amigo Dr. Alcimar Vidolin, cuja anestesia foi realizada apenas pela auto-hipnose, ou seja, uma Analgesia Hipnótica ou HipnoAnalgesia.
Confira abaixo o vídeo da cirurgia na íntegra:
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Hoje (20 de Janeiro de 2015), soube de um novo vídeo narrado pelo próprio Dr. Alcimar Vidolin, explicando os detalhes e pormenores do acidente que sofreu, da gravidade e do trabalho realizado para sua recuperação, inclusive detalhes sobre o processo da auto-hipnose, utilizado em uma das cirurgias à que foi submetido, (como visto no vídeo anterior).
Segue o novo vídeo:
A hipnose é útil em cirurgias hospitalares, odontológicas e numa infinidade de procedimentos!
E aí, o que achou do vídeo? Já imaginou o quanto a hipnose é útil em casos de pessoas com alergia (ou qualquer outro tipo de situação) à anestésicos?
Deixe seu comentário aí abaixo!
Atualizado em 2016/01/09
Nesta sexta-feira, dia 16 de Janeiro de 2015, completa-se 149 anos que Phineas Parkhurst Quimby faleceu. Confira abaixo um pouco mais sobre Quimby e sua ligação com o hipnotismo.
Phineas Parkhurst Quimby, (* 16 de Fevereiro de 1802 em Lebanon, Nova Hampshire, EUA — † 16 de Janeiro de 1866 em Belfast, Maine, EUA), foi um relojoeiro e professor espiritual americano. Um dos pioneiros das ideias teológicas que deram origem ao Movimento do Novo Pensamento e, de acordo com alguns, desaprovava as ideias dos aderentes do movimento conhecido como “Ciência Cristã”.
Nascido na pequena cidade de Lebanon em New Hampshire, Phineas Parkhurst Quimby foi o sexto dos sete filhos de Jonathan Quimby, (um hábil ferreiro) e Susanna (White) Quimby. Conhecido como “Park” para os amigos e vizinhos possuía uma mente extraordinária, inquisidora, perceptiva e inventiva. Embora a disponibilidade de uma educação pública local tenha sido escassa, na melhor das hipóteses, durante seus anos de formação, ele continuou a educar-se por observação focada e leitura de muitos livros. Ele tinha uma aptidão natural para qualquer coisa mecânica e seguiu o seu irmão mais velho (William) para o mundo da relojoaria.
Nesta sexta-feira, dia 16 de Janeiro de 2015, completa-se 90 anos da morte do Dr. John Milne Bramwell, um médico cirurgião escocês muito importante na história do hipnotismo. Confira abaixo um pouco mais sobre o Dr. Bramwell.
John Milne Bramwell nasceu em Perth, (Escócia) em 11 de maio de 1852.
Educado em Perth Grammar School e na Universidade de Edimburgo, ele se formou MBCM (Medicinae Baccalaureus, chirurgiae Magister) em 1873, assim como Charles Braid (1850-1897), o neto de James Braid.
No ano em que se formou, foi indicado como médico cirurgião do Liverpool, Brazil, and River Plate Steam Ship Company, viajando para o Brasil três vezes.