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23 outubro 2015

Como melhorar a Comunicação e as Relações | PNL para Leigos

BANNER: Como melhorar a Comunicação e as Relações - PNL para Leigos

 

Que tal falarmos sobre um outro tipo de TRÂNSITO? A CIRCULAÇÃO de informações, pelas VIAS sinápticas do seu cérebro? A ação dos neurotransmissores capaz de CONGESTIONAR o TRÁFEGO e causar CONFLITOS? A SINALIZAÇÃO verbal e não verbal que transmitimos e captamos, o tempo todo, ainda que de maneira INCONSCIENTE?

 

CURSO: Como melhorar a Comunicação e as Relações (PNL para Leigos).
DATA: 06 de Novembro de 2015, das 8h às 18h.
DOCENTE: Julyver Modesto de Araujo.
PÚBLICO ALVO: IDEAL para Agentes de trânsito, Instrutores e todos aqueles que lidam com o público!

 

PROMOÇÃO ESPECIAL: SORTEIO DE UMA BOLSA INTEGRAL, ENTRE OS QUE AUXILIAREM NA DIVULGAÇÃO DO CURSO.
(Basta compartilhar a imagem (clique aqui para compartilhar) em seu perfil do facebook, que receberá um número de sorteio. Será premiado aquele que coincidir com os dois últimos números do primeiro prêmio da loteria federal, de 28 de Outubro de 2015 — LIMITADO AOS 100 PRIMEIROS DIVULGADORES).

Para mais informações e inscrições, visite este link: http://ceatt.com.br/cursos/proximos-cursos

 

Depoimentos

Veja abaixo o print screen de quem já fez este curso:

PRINTSCREEN: Depoimentos 1 e 2

 

PRINTSCREEN: Depoimentos 3 e 4

 

20 março 2015

É Possível Reprogramar a Mente?

Algumas coisas nos AMBIENTES com os quais você interage (trabalho, casa, escola, religião) podem não estar favorecendo seu melhor desempenho…
Alguns COMPORTAMENTOS que você tem podem não ser aqueles que você gostaria de ter…

É possível que você queira ampliar as suas CAPACIDADES e melhorar suas estratégias para lidar com as diversas situações do cotidiano: trabalhar melhor, aprender mais rápido, ficar mais tranquilo, etc.

Será que as CRENÇAS que você tem estão favorecendo o seu sucesso pessoal e profissional? Será que você tem crenças limitantes instaladas em sua mente inconsciente e que não permitem que você chegue onde quer chegar?

Quem é você? Qual a sua relação consigo mesmo(a), qual a sua IDENTIDADE, qual a sua missão como ser… você sabe?
Qual a sua relação com o sistema no qual está inserido? Qual sua relação ESPIRITUAL ou sistêmica, com tudo isso?

Hoje, embasados em trabalhos científicos, na prática clínica, nos recursos da Programação Neurolinguística (PNL), Hipnose, Controle Mental, Visualização Criativa e Curadora e outras tecnologias avançadas, podemos afirmar que nossas mentes foram programadas. E se foram programadas, podem ser reprogramadas… é só utilizarmos as tecnologias e metodologias avançadas, compatíveis com a linguagem.

Em 10 sessões, com duração aproximada de 60 a 90 minutos cada, podem ser alterados os parâmetros ou “programações” registrados em nosso cérebro e em nossa mente.

Vamos falar um pouco sobre cada etapa/sessão:

 

16 abril 2014

Sua Linguagem Corporal Molda Quem Você É!

PRINTSCREEN: Dra. Amy Cuddy com as mãos na cintura, em Posição de Poder
“30 segundos em Posição de Poder” | Foto: PrintScreen YouTube

 

Hoje trago para vocês um vídeo excelente que o amigo Lucas Menezes postou ontem (15 de abril de 2014) no grupo HIPNOSE Prática no Facebook.

Segundo a psicóloga Amy Cuddy, basta assumir algumas Posições de Poder por dois minutos (sim, DOIS MINUTOS) e seu nível de testosterona aumenta (mais presença e liderança) e seu nível de cortisol diminui (menos estresse).

  • Sério isso? Sim!
  • É científico isso? Sim!
  • Foi comprovado por estudo duplo cego? Foi!
  • E fizeram mesmo dosagem hormonal? Sim!
  • Pode considerar isso como uma âncora ativadora de estado mental? Sim!

Então, que tal experimentar e conseguir resultados também? Veja o vídeo e entenda.

 

02 abril 2013

Depoimento Recebido por E-mail

IMAGEM: Notas Musicais 2
Google Imagens

 

Introdução

Olá novamente.

Abaixo está um depoimento que recebi esta semana de um atendimento em domicílio que prestei no início do ano.

São depoimentos como este que me motivam a continuar com meu trabalho e minha dedicação em aprender a ajudar cada vez mais o ser humano.

 

Tópicos

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Depoimento

Desde criança, busquei na música algum tipo de realização.

Meu primeiro “grande” presente de natal, ganhei lá pelos 10 anos de idade: um teclado Cassio. Meus pais me inscreveram nas aulas num conservatório musical em São Bernardo do Campo/SP. Fiz algumas aulas e logo percebi que não daria certo.

Em seguida, tentei o violão. Devia ter meus 13 ou 14 anos e fiz 3 anos de aula. Toco razoavelmente bem. Do violão, nasceu o sonho de cantar. Procurei bandas, passei por várias. Resolvi me aperfeiçoar. Comecei a fazer aulas e então, percebi uma grande dificuldade:

Tenho um bom potencial vocal, volume e timbre agudo. Alcanço notas altas. Talvez o sonho de muitos vocalistas por aí, porém, percebi que só conseguia certas “façanhas” quando estava sozinha e longe de olhares alheios. Nas aulas, virava e mexia eu “empacava” em alguma escala e de lá eu não saía. Ouvi por várias vezes o professor dizer: “você chega, por que não vai?”. Confesso que não sabia a resposta.

04 março 2013

Selos Recebidos da SIAH

 

 


 

Olá a todos!
É com grande prazer que venho aqui expressar minha alegria.

Ontem, dia 3 de março de 2013, recebi dois selos da SIAH — Sociedade InterAmericana de Hipnose, cujo presidente é meu amigo Valdecy Carneiro.

Estes selos significam muito pra mim, pois tenho me esforçado há anos para aprender (e me manter aprendendo) novos métodos, técnicas e o que mais seja necessário para que meus clientes alcancem seus objetivos com mais facilidade, com mais comodidade e sem nenhum tipo de incômodo.

O primeiro selo, “Terapeuta Habilitado”, é um símbolo, um reconhecimento que adquiri ao concluir o curso de Reprogramação Mental com Hipnose e PNL em 10 Sessões, (curso esse criado e desenvolvido pelo psicólogo, hipnoterapeuta, coach, e presidente da SIAH, Valdecy Carneiro), que oferece e ensina dez ferramentas para modificar a antiga “programação” na mente do sujeito (programação “obsoleta”), realizando mudanças (muito) significativas na vida do cliente.

 

 

23 novembro 2012

Workshop: “Programando o Próprio Futuro” na SIAH

 

 


 

Há uma frase que gosto muito, e costumo repeti-la algumas vezes em ocasiões que julgo “compatíveis”. Esta frase é:

“Ouse fazer, e o poder lhe será dado!”
— Goethe.

 

E chega a ser engraçado, pois ao redigir aqui a frase acima, (pensando no conteúdo do workshop que dá título à esta publicação), lembrei-me também da seguinte frase:

“Não há nada que seja maior evidência de insanidade, do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes.”
— Albert Einstein.

 

Levando essas duas frases em consideração, quero lhes apresentar uma excelente oportunidade de mudar radicalmente seus resultados, seus objetivos e metas.
Tudo isso (e muito mais) você aprenderá de forma clara, objetiva e didática neste excelente workshop.

Confira o banner abaixo e inscreva-se!

04 outubro 2011

O Destro Canhoto

 

 


 

IMAGEM: Canhoto

Ontem, (03/10/2011), recebi uma atualização em minha página inicial do facebook, que me chamou a atenção; uma publicação do meu amigo João Oliveira no grupo Psicológica TV, intitulada “O DESTRO CANHOTO”. Não é de hoje que os canhotos me chamam a atenção, (tenho um irmão que é canhoto), então li o texto e fiz alguns comentários. Particularmente, me identifiquei com a proposta.
Agora, segue o texto na íntegra para que vocês também apreciem.

 

Já há alguns anos, tenho percebido certo padrão em um pequeno perfil da população com queixas de ordem psicológica ou sintomas psicossomáticos. Não é algo numeroso ainda para darmos início a uma pesquisa metodológica; podemos até pensar nisso no futuro. No momento, são apenas estudos de caso em andamento. No entanto, gostaria de chamar logo a atenção de outros profissionais de saúde e, até mesmo do grupo envolvido, (os canhotos), pois podemos estar auxiliando alguém que se encaixe neste relato.

Passei a observar, com maior acuidade, se o paciente é canhoto ou não, como primeiro passo da análise comportamental. Todos que militam nessa área sabem que o ponto fundamental para qualquer aprofundamento começa pela definição se o sujeito à nossa frente é destro ou canhoto.

Para facilitar, vamos ao passo a passo:

 

1) Como surgem os canhotos?

Uma pergunta fácil de ser respondida, mas é necessário um pouco de raciocínio dedutivo, pois todos os gêmeos univitelinos possuem um elemento destro e o outro canhoto. Os gêmeos univitelinos surgem quando um óvulo é produzido e fecundado por apenas um espermatozoide e, de imediato, se divide em duas culturas de células completas. Também são sempre do mesmo sexo. Portanto, (olhe o pensamento dedutivo aqui), se encontramos um canhoto no mundo sem um irmão gêmeo isso deve significar que existiu, em algum momento, grupo de cultura de células que não foi em frente — deveriam ser gêmeos então, certo?

 

2) Como identifico o canhoto?

IMAGEM: Área de Broca no cérebro (Wikipédia)

A região de Broca, que é responsável pela condução motora da fala humana, está localizada no lado esquerdo do cérebro. Por isso, podemos observar que, quando falamos, existe um movimento mais aparente do lado direito da boca. A movimentação é mais visível deste lado, isso nos destros! Na população canhota o movimento labial, durante a fala, pode ser melhor percebida, no lado contrário, o esquerdo. Isso pode indicar que a região de Broca está do lado contrário, no hemisfério direito! Para comprovação deste pensamento estamos iniciando um estudo clínico com ressonância magnética em conjunto com um colega médico que também se interessa por este fenômeno.

Com essas informações podemos agora “ver” o canhoto com facilidade, basta observar bem o movimento labial enquanto ele fala. Caso essa movimentação seja mais elaborada, explícita do lado esquerdo, estamos diante de um canhoto genuíno. No entanto, muitos foram “adestrados” (essa palavra parece carregar algo maior sobre não ser destro) para habitar no mundo dos destros e escrevem com a mão direita.

IMAGEM: Cérebro (Wikipédia)

Esse é o padrão! Aqui reside o problema! Alguém que não está em harmonia consigo mesmo enquanto organismo vivo! E ainda pior: essa pessoa pode nem saber que é (de fato) canhota!

Não caberiam aqui, neste espaço, os estudos de caso, (serão disponibilizados oportunamente). Mas o alerta pode encontrar objeto e auxiliar na condução da abordagem psicoterápica. Muitas dessas pessoas, que vivem dentro de um esforço não natural, podem desenvolver conflitos internos, pois não estão em harmonia com sua própria natureza biológica.

Estou à disposição dos interessados, colegas profissionais da área de saúde, para troca de informações sobre esse tema. Não encontrei, ainda, literatura a respeito e estamos buscando alternativas viáveis para o reencontro da real estrutura desses indivíduos. Alguns casos estão em andamento, enquanto escrevo estas palavras e podemos, assim, observar o avanço positivo destes pacientes.

 

João Oliveira
Psicólogo CRP -05-32031
oliveirapsi@gmail.com

 

Agora me diga, você conhece algum canhoto? Já notou diferenças de comportamento e/ou situações ditas “normais” onde este canhoto se sobressaiu ou foi prejudicado? Utilize o campo de comentários logo abaixo.

 


Atualizado em 2015/10/06


 


 

01 outubro 2011

Curso de Reprogramação Mental






Banner do Curso de Reprogramação Mental

 

Obtenha resultados rápidos, eficazes e duradouros através de ferramentas atualizadas de Terapia Super Breve.

Aprenderá como Desestruturar Crenças e/ou Decisões limitantes, transformando-as em Crenças e/ou Decisões Capacitantes.

Aprenderá a trabalhar com Terapia Regressiva de várias maneiras.



27 julho 2011

A Comunicação e Sua Importância

Já há algum tempo, venho prestando maior atenção à forma como me comunico e como as pessoas se comunicam comigo. É interessante notar o resultado dessa comunicação e suas implicações, (feedback). Preparei um longo texto sobre o assunto, que de forma alguma será conclusivo. Antes, pretendo que seja elucidativo e corrobore com o aprendizado e a melhora na interação com os nossos sujeitos hipnóticos e clientes.

Comunicação

Imagem: Google Imagens

 

De início, vejamos o que o dicionário nos diz:

CO.MU.NI.CA.ÇÃO: sf. 1. Ato ou efeito de comunicar(-se). 2. Processo de emissão, transmissão e recepção de mensagens por meio de métodos e/ou sistemas convencionados. 3. A mensagem recebida por esses meios. 4. A capacidade de trocar ou discutir ideias, de dialogar, com vista ao bom entendimento entre pessoas. [Pl.: –ções.].

 

Em seguida, vejamos o conteúdo da Wikipédia:

A comunicação humana é um processo que envolve a troca de informações, e utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim. Estão envolvidos neste processo uma infinidade de maneiras de se comunicar: duas pessoas tendo uma conversa face a face, ou através de gestos com as mãos, mensagens enviadas utilizando a rede global de telecomunicações, a fala, a escrita que permitem interagir com as outras pessoas e efetuar algum tipo de troca informacional.
No processo de comunicação em que está envolvido algum tipo de aparato técnico que intermedia os locutores, diz-se que há uma comunicação.
O estudo da Comunicação é amplo e sua aplicação é ainda maior. Para a Semiótica, o ato de comunicar é a materialização do pensamento/sentimento em signos conhecidos pelas partes envolvidas. Estes símbolos são então transmitidos e reinterpretados pelo receptor. Hoje, é interessante pensar também em novos processos de comunicação, que englobam as redes colaborativas e os sistemas híbridos, que combinam comunicação de massa e comunicação pessoal e comunicação horizontal.

 

“Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele em sua própria linguagem, você atinge seu coração”.
— Nelson Mandela

 

14 maio 2011

18 fevereiro 2011

Hipnose Relacional

FOTO: Dr. Milton Erickson, sentado, e uma inscrição na lateral direita com a frase: “Wizard of the Desert”.
“O Feiticeiro do Deserto” (em tradução livre) | Google Imagens

 

O Dr. Milton Erickson foi um dos mais impactantes terapeutas da história e sua metodologia era, declaradamente, a hipnose. Entretanto não hipnotizava como os hipnoterapeutas tradicionais. Ele tinha uma enorme influência da psiquiatria e da psicanálise. Os psicanalistas desde Freud dizem que não hipnotizam pessoas, embora elas apresentem todas as indicações clínicas de que estão; sim, os clientes estão profundamente hipnotizados e falando. Eu mesmo em minha análise pessoal sentia formigamento e necessitava de alguns minutos para voltar minha atenção para o mundo externo. Se levantasse do divã e fosse direto para a rua poderia ser atropelado… quem pagaria o prejuízo?

 

“No fundo o que Milton Erickson e Freud faziam não diferia em intenção e essência.”

 

A perícia de Erickson estava em iniciar uma conversa ou uma espécie de narrativa cada vez mais envolvente de tal modo que o paciente e, muitas vezes um grupo inteiro, entrava em estado alterado de consciência. O que é esse tal estado alterado de consciência? Que expressão misteriosa… No fundo se trata de um estado de profunda introspecção capaz de fazer com que o sujeito evoque e analise suas próprias experiências mais íntimas e significativas, sem precisar saber racionalmente nem precisar explicar verbalmente o que e como faz isso. É uma capacidade inata do ser humano. Acontece mesmo sem você saber em ciclos ao longo do dia e da noite.

Não é diferente das estórias contadas para crianças dormirem à noite. O narrador fala e a mente da pessoa vagueia até ancorar no seu interior. Então dizemos que está hipnotizado ou dormindo. Você pode sugerir muitas coisas para uma pessoa dormindo e ela terá melhores condições de analisar e tirar algum proveito delas do que acordada e ocupando-se de algo exterior.

A genialidade do Dr. Erickson era justamente usar a atenção externa para estimular a atenção interna. Por exemplo, vi num filme como um aluno em meio a um grupo altamente excitado e curioso estava com os olhos bem atentos, fixados no ambiente. Milton sugeriu que escolha um objeto especialmente interessante no ambiente e que fixasse sua atenção progressivamente nele. Não demorou mais que minutos para que a pessoa estivesse em profundo estado de introspecção. Hipnotizada. Uma pessoa pode ser hipnotizada olhando fixamente para algo ou com os olhos fechados; sentada, deitada ou caminhando. Muitos corredores entram em transe a certa altura e não percebem nada mais em volta a não ser o mínimo necessário para continuar nesse estado. Nesse momento se você perguntar algo para ele, não ouvirá. Pode ser que não veja alguém atravessando-se à sua frente ou tentando empurrá-lo. Não aconselho a ninguém entrar nesse tipo de transe nas ruas de uma grande metrópole. Reserve um lugar calmo, acolhedor, quieto e seguro para entrar em transe correndo ou nadando. O mesmo se quiser entrar em transe deitado.

Qual a diferença do modo freudiano? A pessoa mesma inicia uma narrativa na qual vai mergulhando cada vez mais até entrar em um estado profundamente alterado de consciência, capaz de escutar o que diz de uma forma inédita e surpreendente para ela mesma. O analista simplesmente facilita que isso aconteça.

Por isso quando mostro meu trabalho para analistas, eles ficam maravilhados como eu “analiso” com uma simplicidade e eficácia usando meios simples e não convencionais. Para os Hipnólogos tradicionais e praticantes da Programação NeuroLinguística (PNL) eu faço hipnose relacional de uma forma muito dinâmica e flexível…

Nossa atenção é relacional e cíclica: concentrar-se profundamente em algo externo, o foco irá cada vez mais para dentro em seguida, e se for intensamente para dentro sairá para fora depois, de outro modo, alterado. E alternado.

Para que hipnose? Para dar atenção a nós mesmos. Nossa cultura traduz isso como comprar coisas para si, divertir-se; espairar; pensar em outra coisa, simplesmente desligar do estresse quotidiano. Não se trata desse tipo de “atenção”. Não se trata de escapar da atenção externa e sim ir ao encontro da interna.

Por exemplo, se você sentir um desconforto, dê atenção à ele e verifique o que acontece. Uma atenção serena, calma e tranquila. O desafio é afastar “pré-ocupações” e “pré-juízos” a respeito do que sente e simplesmente acompanhar com interesse o que brota do seu interior. Indo ao encontro do que sente, inevitavelmente haverá a mobilização de um complexo de reações psicobiológicas transformando isso em algo cada vez melhor e melhor. Se praticar sistematicamente terá mudanças psicobiológicas cada vem mais intensas e duradouras.

E por que não?

 

Dr. Sergio Spritzer
Neurologista da Comunicação e do Comportamento
Trainer em PNL e Hipnose Ericksoniana
Diretor técnico do Instituto Neurocom

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Quero agradecer a gentileza do Dr. Sergio Spritzer em escrever um artigo tão esclarecedor para o meu blog.
Parabéns ao Dr. Sérgio e ao Instituto Neurocom!

 


Atualizado em 2018/11/12


 

24 janeiro 2011

Hipnose, PNL e Exercícios Físicos

 

A atividade física é um aspecto muito importante da saúde geral. Os tempos mudaram nos últimos cem anos, fazendo com que as tarefas diárias se tornassem fáceis, exigindo pouco esforço físico. A pessoa média não tem mais que plantar a sua própria comida, lavar sua roupa à mão, ou construir sua própria casa. O transporte hoje em dia depende dos carros, em vez de bicicletas e andar a pé. A boa notícia é que a sociedade como um todo é mais eficiente e produtiva. A má notícia é que o corpo da maioria das pessoas não está em harmonia com a ingestão calórica. É importante para todas as pessoas incorporar os exercícios físicos em suas vidas. As pesquisas continuam a demonstrar os benefícios da atividade física. Foi demonstrado que as mudanças comportamentais e a hipnose ajudam as pessoas a aumentarem a sua motivação, de modo que os exercícios físicos podem se tornar uma parte de suas rotinas diárias.

Os exercícios físicos proporcionam muitos benefícios. Segundo a Clínica Mayo, a atividade física estimula certas substâncias químicas cerebrais que podem melhorar o humor geral. Incorporar exercícios físicos regulares pode até mesmo prevenir a depressão. Os exercícios físicos também podem evitar muitas das principais doenças crônicas, como a hipertensão, o colesterol alto, a osteoporose e a diabetes tipo II.

Atualmente, a maioria dos americanos está com excesso de peso. Os exercícios físicos podem ajudar as pessoas a perderem peso e atingir um nível mais saudável de capacidade física. A atividade física também promove melhores hábitos para dormir, podendo ajudar a adormecer mais rapidamente durante a noite e permitindo um sono mais repousante e profundo. Os exercícios, direta e indiretamente, proporcionam mais energia. Indiretamente, os exercícios podem ajudar as pessoas a eliminarem peso e a dormir mais, o que ajuda a aumentar a energia durante o dia.

A hipnose é uma ferramenta benéfica que pode ser usada para motivar a incorporação dos exercícios físicos na rotina diária de uma pessoa. Já foi demonstrado que a hipnose, juntamente com técnicas de Programação NeuroLinguística (PNL), melhoram o comportamento e a motivação em relação aos exercícios físicos. Um dos problemas mais comuns em relação aos exercícios físicos é encontrar a força de vontade e a motivação para torná-los uma parte obrigatória da vida cotidiana. A hipnose ajuda a combater a falta de motivação e a procrastinação em relação à atividade física (Densky, 2006).

Um estudo recente mostrou que as estratégias comportamentais funcionam melhor em relação a iniciar uma mudança no estilo de vida de uma pessoa. Estratégias comportamentais incluem a fixação de metas e o automonitoramento. Para incorporar a atividade física na vida de uma pessoa, as mudanças de comportamento requerem persistência e motivação. Foi demonstrado que as intervenções comportamentais aumentaram a atividade física dos participantes numa média de 48 minutos por semana. Isto é importante porque 48 minutos podem oferecer uma infinidade de benefícios à saúde. Muitas pessoas se sentem sobrepujadas em relação a iniciar um programa de exercícios, mas com mudanças comportamentais e incorporando a hipnose para aumentar a motivação, os exercícios tornam-se uma tarefa mais fácil (Medical News Today).

 

Fontes

 

Fonte: Natural Health News and Scientific Discoveries
Tradução: SBHH — Sociedade Brasileira de Hipnose e Hipniatria

 


Atualizado em 2016/01/15


 

22 janeiro 2011

Tratamento de Fobias com Hipnose e a Técnica do Rebobinamento

GIF: Homem ouvindo música num walkman, e rebobinando uma fica cassete no lápis
Rebobinamento de uma fica cassete

 

Introdução

Fobias são bastante comuns. O Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos estima que entre 8 e 18% da população americana sofre de alguma fobia. Elas são a forma mais comum de um transtorno de ansiedade. Entre as mulheres de todas as idades, as fobias são a forma mais comum de transtorno mental e entre os homens com mais de 25 anos, as fobias são a segunda forma mais comum de transtorno mental. A hipnose é uma forma eficaz de tratamento das fobias (Kessler et al., 2005). Recentemente, uma nova técnica, chamada de Técnica do Rebobinamento (também conhecida como Cura Rápida de Fobia ou Dissociação Visual/Cinestésica), foi demonstrada como sendo muito eficaz para auxiliar as pessoas a livrarem-se de seus medos.

A fobia é um medo irracional que representa pouco ou nenhum perigo para as pessoas que sofrem do medo. Tipos de medo incluem o medo de altura, espaços pequenos, dirigir, voar e diferentes tipos de animais. Para acalmar seus medos, a maioria das pessoas tenta evitar aquilo que temem. Ao enfrentar o medo, os sintomas comuns da fobia que se manifestam incluem pânico, ansiedade, ritmo cardíaco acelerado, e falta de ar (Medline Plus).

O medo é um mecanismo de sobrevivência que foi uma parte muito importante na sobrevivência de nossa espécie em tempos remotos. Isso é inculcado em todos os seres humanos e agora as fobias são direcionadas de forma irracional. O objetivo da hipnoterapia é remover o padrão subconsciente da fobia. Uma técnica comum usada com a hipnoterapia é a chamada Técnica do Rebobinamento. Esta técnica é semelhante a uma técnica de Programação NeuroLinguística (PNL).

Esta técnica tem se revelado altamente eficaz, não importando quanto tempo a pessoa sofre da fobia. Além disso, não importa se a fobia ou os sintomas da fobia são graves ou não, pois a Técnica do Rebobinamento funciona com rapidez e eficiência, muitas vezes em uma única sessão.

A Técnica do Rebobinamento é aplicada depois que o hipnoterapeuta induz o estado de hipnose no paciente. Em seguida, o hipnoterapeuta guia o paciente através de imagens e de etapas para “rebobinar” a fobia. O hipnoterapeuta não precisa saber como a fobia começou e não precisa conhecer qualquer um dos sintomas que o paciente esteja sofrendo. Tudo que o hipnoterapeuta deve saber é como guiar os pacientes através da Técnica do Rebobinamento para auxiliá-lo a superar seu medo (Sherred).

Há muitos benefícios no uso da hipnose e da Técnica do Rebobinamento em pacientes que sofrem de fobias. É um método rápido e eficaz de auxiliar o paciente a superar sua fobia. Ele melhora a qualidade de vida e pode reduzir o uso de medicações que são muitas vezes utilizadas para tratar os sintomas da fobia.

Esta técnica também pode ser usada com pessoas que sofrem de estresse pós-traumático.

 

Fontes:

 


Atualizado em 2016/01/24


 

15 janeiro 2011

Laboratório de hipnose ajudou a elucidar mais de 800 crimes

FOTO: Dr. Rui Sampaio
Foto: Google Imagens

 

Mais de 600 casos já foram elucidados pelo laboratório de Hipnose Forense do Instituto de Criminalística do Paraná. Desde a sua inauguração, em dezembro de 1999, o laboratório, único na América Latina, recebe regularmente solicitações de aplicação de hipnose proveniente de várias cidades e de outros Estados do Brasil. O Paraná é pioneiro na aplicação da técnica do hipnotismo no auxílio de investigações de casos policiais.

O laboratório é coordenado pelo psicólogo e psiquiatra Rui Fernando Cruz Sampaio e realiza em média seis atendimentos por mês. Os processos de hipnose são solicitados com maior frequência por delegados de polícia, porém promotores e juízes também pedem a ajuda do laboratório.

Na investigação criminal, a hipnose é utilizada como ferramenta de auxílio para elucidação de casos em que a testemunha ou vítima tem algum bloqueio mental decorrente do trauma sofrido. Vítimas de estupro, sequestro, assalto e atropelamento podem ter dificuldades para dar informações para confecção do retrato falado ou de características do local do crime.

Os relatos dados durante o processo de hipnose não são considerados como provas testemunhais. “Eles apenas indicam os caminhos a serem seguidos para a solução dos casos”, explica Sampaio.

 

Atropelamento

Há cerca de três anos, houve um atropelamento com duas vítimas fatais em Ponta Grossa. A polícia tinha apenas duas testemunhas do crime e uma pista: um Ômega bordô. As duas testemunhas foram submetidas à hipnose no laboratório. Suas declarações deram um novo rumo às investigações.

Uma das informações concedidas revelava que a cor do carro era azul. Após as investigações, a polícia descobriu um carro com as características citadas pelas testemunhas durante o hipnotismo em uma oficina mecânica na cidade. A perícia identificou alguns respingos de sangue na parte frontal do veículo e o proprietário foi indiciado como o responsável pelo atropelamento.

 

Assassinato

Em outro caso, Sampaio atendeu uma mulher que presenciou o assassinato de seu marido. Cerca de 16 anos depois do homicídio, ela foi hipnotizada e teve sua memória regredida até a data do crime. “Ela tinha uma grande clareza de tudo o que aconteceu no momento do crime. Aquela senhora reviveu o fato” disse Sampaio.

Com as informações resgatadas, foi possível fazer o retrato-falado do homicida. A mulher também conseguiu lembrar como o marido foi morto: a golpes de enxada. “Ela viu um ‘filme’ de como tudo aconteceu e ficou bastante emocionada com a lembrança do marido assassinado”, completou.

Com o passar dos anos, as técnicas foram sendo aperfeiçoadas e atualmente o resultado das investigações auxiliadas pela hipnose são bastante expressivos “Hoje, o índice de confiabilidade das informações obtidas numa sessão de hipnotismo é de praticamente 90%”, afirmou Sampaio.

 

Andarilho

Em maio de 2001, um jovem andarilho aparentando 20 anos de idade vivia perambulando pelas ruas de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba. Indagado sobre sua família e o lugar onde morava, o rapaz demonstrou sinais de amnésia. Lembrava-se apenas que viveu com um grupo de ciganos. Encaminhado ao laboratório do Instituto de Criminalística da Polícia Civil do Paraná, o jovem foi submetido ao processo de hipnotismo e mais um caso surpreendente foi elucidado.

Em transe, ele descreveu uma cidade, um rio, uma praça e uma fábrica de sucos. Entre suas revelações, houve constante repetição das palavras “esplanada” e “estância”. Durante a sessão, o andarilho também conseguiu lembrar do seu apelido de infância, Cuca, e o do seu irmão, Biro-biro. Após as investigações, descobriu-se que Esplanada era uma cidade na Bahia e Estância outra em Sergipe, separadas por 88 quilômetros.

A polícia entrou em contato com assistentes sociais nas duas cidades nordestinas e conseguiu localizar uma família em Esplanada. A cidade baiana é igual à descrição dada pelo jovem durante a sessão de hipnotismo.

Após o encontro com a família, foram realizados exames de DNA para verificar o laço familiar. Comprovado o parentesco, descobriu-se que o jovem havia sido raptado por ciganos que passavam pela cidade quando tinha oito anos.

Antes de viver em Fazenda Rio Grande o menino havia morado em Belo Horizonte, em Minas Gerais, e São Paulo. Depois que começou a sofrer maus tratos da família de ciganos, ele decidiu fugir.

 

Fonte: Agência de Notícias Estado do Paraná
Originalmente publicado no blog PNL, Hipnose, Motivação

 

Atualizando os números

Eu, Samej Spenser, tive a honra de conhecer o Dr. Rui Sampaio no curso de Hipnose Clínica em Curitiba, (Dez/2010), e conversando com o Dr. Rui, fui informado que os crimes solucionados com a ajuda da Hipnose já ultrapassam a casa dos 700.

E como adendo, deixo abaixo uma entrevista com o Dr. Rui Sampaio ao amigo Valdecy Carneiro, (onde o Dr. Rui afirma que com o auxílio da Hipnose, mais de 800 casos foram resolvidos), realizada em Julho de 2015:

 


Bate-bola Hipnótico #5 | Tema: Hipnose Forense

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Atualizado em 2016/01/01


 

11 janeiro 2011

Hipnose no trabalho, Freud explica…

FOTO: Sigmund Freud
Foto: Sigmund Freud por Newronio ESPM

 

Introdução

Hipnólogos são as novas armas das empresas para trazer à tona as competências dos profissionais, melhorar o desempenho e as relações interpessoais. Eles usam várias técnicas, como Programação NeuroLinguística (PNL), terapia e coaching.

Pode parecer estranho, mas a hipnose tem sido utilizada no ambiente de trabalho para o desenvolvimento de competências e até para melhorar as relações interpessoais. Há várias técnicas e aplicabilidades, como assertividade, liderança, comunicação e comprometimento. E os métodos são escolhidos de acordo com as necessidades de cada empresa e podem ser aplicados de muitas maneiras, entre elas palestras, cursos, treinamentos e até por meio de consultas particulares.

 

06 janeiro 2011

Sou Hipnotizável?

FOTO: Terapeuta atendendo uma cliente
Foto: Inspire Yoga

 

Uma das dúvidas mais comuns sobre o estado hipnótico está relacionada ao “ser” ou não hipnotizável. A moderna hipnose, com a adoção de técnicas diversificadas, personalizando a indução, de acordo com características da personalidade e do comportamento de cada sujeito, praticamente possibilita a todas as pessoas serem hipnotizadas, desde que necessitem e queiram.

A indução, através de metáforas, consegue, muitas vezes, quebrar a barreira do consciente, permitindo acesso ao subconsciente, de forma mais efetiva e menos invasiva. Faça você mesmo um teste. Abaixo segue um texto. Siga a seguinte orientação:

16 outubro 2010

Hipnose na Sala de Espera do Hospital

IMAGEM: Balão de festa da Hello Kitty

Na noite do dia 13 de outubro de 2010, meu filho mais velho, (Phillipy, então com 4 anos de idade), passou mal e tive que levá-lo ao hospital.

Após preenchermos a ficha, aguardar e passar pela triagem, ficamos aguardando a chamada da senha para o atendimento com o pediatra.

No vai e vem de pessoas voltando do atendimento com o pediatra, chegou ao saguão de espera uma mãe com uma menininha no colo, (chamemos a menininha de Maria). Maria deveria ter algo em torno de 6, 7 anos de idade, e chorava copiosamente no colo de sua mãe, pois havia tomado uma injeção de Benzetacil. Sentaram-se do lado oposto ao nosso, e ficaram aguardando o procedimento médico. (Maria estava com suspeita de meningite).

Meu filho, em meu colo, perguntou-me: “Papai, por que a menininha está chorando, ela tomou injeção?”. Eu tenho por costume não mentir ou omitir nada ao meu filho, então afirmei para ele que ela havia tomado uma injeção que geralmente é muito dolorida. Expliquei-lhe que esta injeção é dolorida não pela agulha, mas o líquido, o remédio é que causa a dor no local da injeção. Ele compreendeu e ficou observando.