07 outubro 2011
04 outubro 2011
O Destro Canhoto
Ontem, (03/10/2011), recebi uma atualização em minha página inicial do facebook, que me chamou a atenção; uma publicação do meu amigo João Oliveira no grupo Psicológica TV, intitulada “O DESTRO CANHOTO”. Não é de hoje que os canhotos me chamam a atenção, (tenho um irmão que é canhoto), então li o texto e fiz alguns comentários. Particularmente, me identifiquei com a proposta.
Agora, segue o texto na íntegra para que vocês também apreciem.
Já há alguns anos, tenho percebido certo padrão em um pequeno perfil da população com queixas de ordem psicológica ou sintomas psicossomáticos. Não é algo numeroso ainda para darmos início a uma pesquisa metodológica; podemos até pensar nisso no futuro. No momento, são apenas estudos de caso em andamento. No entanto, gostaria de chamar logo a atenção de outros profissionais de saúde e, até mesmo do grupo envolvido, (os canhotos), pois podemos estar auxiliando alguém que se encaixe neste relato.
Passei a observar, com maior acuidade, se o paciente é canhoto ou não, como primeiro passo da análise comportamental. Todos que militam nessa área sabem que o ponto fundamental para qualquer aprofundamento começa pela definição se o sujeito à nossa frente é destro ou canhoto.
Para facilitar, vamos ao passo a passo:
1) Como surgem os canhotos?
Uma pergunta fácil de ser respondida, mas é necessário um pouco de raciocínio dedutivo, pois todos os gêmeos univitelinos possuem um elemento destro e o outro canhoto. Os gêmeos univitelinos surgem quando um óvulo é produzido e fecundado por apenas um espermatozoide e, de imediato, se divide em duas culturas de células completas. Também são sempre do mesmo sexo. Portanto, (olhe o pensamento dedutivo aqui), se encontramos um canhoto no mundo sem um irmão gêmeo isso deve significar que existiu, em algum momento, grupo de cultura de células que não foi em frente — deveriam ser gêmeos então, certo?
2) Como identifico o canhoto?
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A região de Broca, que é responsável pela condução motora da fala humana, está localizada no lado esquerdo do cérebro. Por isso, podemos observar que, quando falamos, existe um movimento mais aparente do lado direito da boca. A movimentação é mais visível deste lado, isso nos destros! Na população canhota o movimento labial, durante a fala, pode ser melhor percebida, no lado contrário, o esquerdo. Isso pode indicar que a região de Broca está do lado contrário, no hemisfério direito! Para comprovação deste pensamento estamos iniciando um estudo clínico com ressonância magnética em conjunto com um colega médico que também se interessa por este fenômeno.
Com essas informações podemos agora “ver” o canhoto com facilidade, basta observar bem o movimento labial enquanto ele fala. Caso essa movimentação seja mais elaborada, explícita do lado esquerdo, estamos diante de um canhoto genuíno. No entanto, muitos foram “adestrados” (essa palavra parece carregar algo maior sobre não ser destro) para habitar no mundo dos destros e escrevem com a mão direita.
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Esse é o padrão! Aqui reside o problema! Alguém que não está em harmonia consigo mesmo enquanto organismo vivo! E ainda pior: essa pessoa pode nem saber que é (de fato) canhota!
Não caberiam aqui, neste espaço, os estudos de caso, (serão disponibilizados oportunamente). Mas o alerta pode encontrar objeto e auxiliar na condução da abordagem psicoterápica. Muitas dessas pessoas, que vivem dentro de um esforço não natural, podem desenvolver conflitos internos, pois não estão em harmonia com sua própria natureza biológica.
Estou à disposição dos interessados, colegas profissionais da área de saúde, para troca de informações sobre esse tema. Não encontrei, ainda, literatura a respeito e estamos buscando alternativas viáveis para o reencontro da real estrutura desses indivíduos. Alguns casos estão em andamento, enquanto escrevo estas palavras e podemos, assim, observar o avanço positivo destes pacientes.
João Oliveira
Psicólogo CRP -05-32031
oliveirapsi@gmail.com
Agora me diga, você conhece algum canhoto? Já notou diferenças de comportamento e/ou situações ditas “normais” onde este canhoto se sobressaiu ou foi prejudicado? Utilize o campo de comentários logo abaixo.
Atualizado em 2015/10/06
03 outubro 2011
Comunicação Efetiva Através de E-mail
Dando continuidade ao artigo “A Comunicação e Sua Importância”, venho hoje lhes trazer informações e dicas de uma boa comunicação escrita.
Você sabe redigir um e-mail? Tem certeza? rsrsrs Então confira essas dicas e aprimore ainda mais a sua comunicação, pois já dizia o Velho Guerreiro, o “Chacrinha”1:
“Quem não se comunica, se trumbica!”
Tópicos
- Que resultado desejo?
- Comunique e depois Explique
- Clareza e Objetividade
- Sem excessos
- Canais de comunicação
- Moderação no texto
- Pontuação
- Letras maiúsculas
- Enfatizando
- Identificando o Assunto
- Escrita objetiva
- Como responder
- Passo a passo
- Clareza ao comunicar
- Abreviações
- Símbolos com significados
- Tom correto
- O perigo das emoções
- Em busca de ajuda
- Comentários sarcásticos e humorísticos
- Anexo(s)
- Spam(s)
- Assinatura
- Finalizando
01 outubro 2011
Curso de Reprogramação Mental
Obtenha resultados rápidos, eficazes e duradouros através de ferramentas atualizadas de Terapia Super Breve.
Aprenderá como Desestruturar Crenças e/ou Decisões limitantes, transformando-as em Crenças e/ou Decisões Capacitantes.
Aprenderá a trabalhar com Terapia Regressiva de várias maneiras.
09 setembro 2011
As crianças também sofrem de estresse?
Introdução
Se você acha que o estresse é assunto de adultos que vivem a correr de um lado para o outro no mundo dos negócios e têm que se preocupar com o orçamento no final do mês, está muito enganado. Além de ser um problema sério de gente grande, o estresse também afeta crianças de tenra idade e até bebês.
O estresse é uma arma do corpo que surge em qualquer tipo de ambiente ou situação hostil e isso pode acontecer com um adulto, por exemplo, quando ocorrem atritos em casa ou no trabalho, ou no caso de uma criança, o ambiente hostil pode ser: um problema na escola (leva uma “bronca” da professora), em casa, com amigos ou com os próprios pais: “qualquer mudança na vida de uma criança pode estressá-la”, problemas familiares, ausência de um dos pais ou luto, também podem criar situações de bastante estresse no menor. Mas uma das principais causas do estresse nas crianças, por incrível que possa parecer, são os pais.
Pais estressados costumam transferir as cobranças que recebem do ambiente de trabalho aos filhos. Na tentativa de tornar os filhos competitivos para o mercado de trabalho no futuro, eles tendem a preencher a agenda das crianças com compromissos, como aulas de inglês, espanhol, computador, música, natação e outros esportes. Com isso, a criança fica com pouco tempo para fazer uma das principais atividades de relaxamento a que tem acesso: brincar e compartilhar a presença dos pais.
Os pais devem sempre tentar eliminar os fatores de estresse aos filhos, procurando um especialista se necessário. O estresse infantil é um problema que, se não for resolvido logo, pode acabar prejudicando o desempenho escolar, as relações familiares e sociais, trazendo até mesmo problemas de saúde.
Os principais sintomas costumam ser
- Agressividade;
- Ansiedade;
- Irritação
Mesmo quando não há motivo aparente; - Isolamento
A criança deixa de conversar com os pais e amigos e quer sempre ficar sozinha; - Mudança nos hábitos alimentares
Mostra desinteresse pela comida, mesmo pelas que mais gosta; - Mudança nos hábitos de sono
A criança dorme demais e está sempre cansada; - Mudanças genéricas no comportamento
Por exemplo, a criança sempre gostou de ir à aula de inglês, mas passa a fazer birra toda vez que chega perto do horário da aula; - Problemas digestivos
Acidez no estômago e reclamações de dor de barriga;
Como evitar o estresse infantil?
As principais recomendações a um adulto estressado são: praticar esportes e muitas atividades de lazer. Deixar de lado um pouco o ambiente de trabalho e criar tempo livre para praticar atividades prazerosas. O que fazer, no entanto, com uma criança estressada? A mesma coisa. As crianças precisam ter tempo para estudar, descansar e principalmente, brincar. “A brincadeira funciona, para a criança, como uma válvula de escape, um estabilizador para a vida”.
É importante que os pais dediquem parte de seu tempo, saindo da rotina junto com seus filhos, fazendo caminhadas, passeios, onde esses momentos de prazer, relaxamento e descontração podem servir como recursos de demonstração de carinho, segurança e transmissão de aprendizado, fazendo com que um elo de confiança seja estabelecido entre pais e filhos.
Fonte: Nota de IFAC — Instituto de Formação e Aptidão Comportamental no Facebook.
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Como fazer do estresse um amigo
Como um complemento, deixo abaixo um excelente TED de 2013, da Psicóloga Kelly McGonigal, cujo título é “Como fazer do estresse um amigo”, que pode (e deve) ser utilizando não só por crianças, mas também pelos adultos.
Atualizado em 2016/02/02