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02 janeiro 2016

Hipnose utilizada como nova opção para a cirurgia do câncer cerebral

Introdução

A Hipnose pode (e deve) ser usada para várias coisas, desde aprendizagem, diversão (Hipnose de Palco), passando pelo trabalho terapêutico (fobias, depressão, dores, medos, traumas e etc.), na área forense e até em cirurgias diversas. E é justamente sobre essa última área que o texto abaixo trata.

Este texto foi publicado num site estrangeiro1 e traído traduzido por mim, e versa sobre o uso da HipnoSedação (hipnose em sedação) de pacientes em Cirurgias Acordadas, — onde o paciente está acordado durante a cirurgia de retirada do glioma2, ou seja, câncer cerebral.

Então clica/toca aí abaixo e prepare-se para conhecer mais uma incrível utilização da hipnose na saúde e no bem-estar do ser humano. Mas lembre-se também de, ao final da leitura, recomendar este texto para outros leitores, (para isso, basta clicar/tocar no coração verde logo abaixo do texto), e compartilhar com seus amigos nas redes sociais! ;)

 

 

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Até breve! Logo mais volto com alguma notícia ou novidade sobre a hipnose no Brasil e no Mundo.

 


  1. Créditos e fonte podem ser conferidos no final do texto lá no Medium! ↩

  2. Confira os detalhes e/ou significados de algumas palavras do texto lá nas notas laterais do texto (atente-se aos asteriscos na lateral direita). ↩

 

15 julho 2013

Freud e a Hipnose

Introdução

 

Foto: Sigmund Freud com uma caneta e carta nas mãos
Sigmund Freud | Google Imagens

 

Recentemente, buscando novidades e demais informações sobre hipnose, deparei-me com um curto artigo em inglês que me chamou a atenção. Neste artigo, o autor fala de forma sucinta sobre o “real” motivo de Freud ter “abandonado” a hipnose.

Confesso que meu inglês não é lá aquelas coisas, mas foi o suficiente para compreender a essência transmitida e, — primando pela qualidade, como sempre —, solicitei ao amigo de além mar, Ricardo Costa que traduzisse o artigo para compartilhá-lo aqui com vocês.

Abaixo, segue o artigo traduzido.

12 novembro 2011

Hipnose acelera a cicatrização em cirurgias


Foto do acervo pessoal, por Stephanie Mitchell.

 

Carol Ginandes derruba muitos mitos sobre a hipnose. “Na hipnose, as pessoas não perdem o controle e entram em um estado como de zumbi, onde eles podem ser induzidos à fazerem coisas contra sua vontade.”, diz ela.

 

Tópicos

  1. Feridas cirúrgicas curam-se mais rápido
  2. Como hipnotizar
  3. Da “besteira” ao “viva!”
  4. Considerações finais

 

06 fevereiro 2011

Provando a Hipnose

 

Introdução

Embora frequentemente desacreditada como enganosa, a hipnose tem se mostrado um fenômeno verdadeiro e eficaz, com uma variedade de aplicações terapêuticas — especialmente no controle da dor.

por Michael R. Nash e Grant Benham

 

Índice

 

“Você está ficando sonolenta. Muuuito sonolenta…” Um homem de colete balança seu relógio de bolso de um lado para outro diante do rosto de uma jovem em uma sala da era vitoriana. Ela fixa o olhar no relógio, seguindo o movimento pendular com os olhos. Momentos depois ela está afundada na cadeira, olhos fechados, respondendo às perguntas do hipnotizador como um zumbi.

Todo mundo já viu uma cena de hipnose como esta no cinema ou na televisão. De fato, basta dizer a palavra “hipnose” para muitos pensarem em relógios de bolso. Hoje, porém, é mais comum que o hipnotizador simplesmente peça a uma pessoa para fixar o olhar num objeto imóvel — como uma tachinha colorida numa parede branca — durante o “estágio de indução”, que em geral consiste em palavras suaves, que sugerem relaxamento e concentração.

18 janeiro 2011

Hipnose no Controle da Dor em Pacientes com Câncer de Mama

FOTO: Mulher segurando fita que simboliza a luta contra o câncer de mama
Foto: Odontoquality ® | Clínicas Odontológicas

 

Introdução

A hipnose pode ser um meio eficaz de tratar a dor em mulheres com câncer de mama, de acordo com uma pesquisa.

De acordo com a Dra. Lisa D. Butler, autora principal do estudo, professora adjunta da Faculdade de Trabalho Social, membro do corpo docente do Centro de Pesquisa Social da Universidade de Buffalo, o estudo randomizado avaliou a dor e o sofrimento, a frequência da dor e o grau de dor constante em 124 mulheres com câncer de mama metastático.

Para chegar à conclusão, os pesquisadores registraram os níveis de dor em intervalos de quatro meses durante um ano. As mulheres que foram atribuídas ao grupo de tratamento receberam psicoterapia de grupo, bem como instrução e prática da hipnose para moderar seus sintomas de dor.

 

Relatos

Elas relataram “aumento significativamente menor na intensidade da dor e sofrimento ao longo do tempo”, em comparação com um grupo controle, onde as mulheres não receberam a psicoterapia de grupo.

No entanto, aquelas que receberam hipnose não relataram redução significativa na frequência ou na constância dos episódios de dor.

“Os resultados deste estudo sugerem que a experiência de dor e sofrimento para as pacientes com câncer de mama metastático pode ser reduzida com sucesso com uma intervenção que inclui hipnose num ambiente de terapia de grupo”, afirma Butler. “Esses resultados ampliam a crescente literatura apoiando o uso da hipnose como tratamento complementar para pacientes com experiência de dor”.

O estudo foi publicado no ano passado, (2009), em uma edição do periódico Health Psychology, da American Psychological Association.

 

Fontes: “Effects of Supportive-Expressive Group Therapy on Pain in Women With Metastatic Breast Cancer”, Lisa Butler.
Tradução: SBHH - Sociedade Brasileira de Hipnose e Hipniatria

 


Atualizado em 2016/01/23


 

05 janeiro 2011

Hipnose ajuda tratar traumas, alivia asma e ansiedade

Pessoa aproximando uma bombinha para asma à boca
Foto: Asma - Sintomas da Asma | Regional Farmácias

 

Análise de 18 estudos realizados nos EUA mostra que a hipnose ajuda a diminuir a dor em 3 de cada 4 pacientes, alivia a asma, ansiedade e ajuda a acelerar a cicatrização.

 

Introdução

De acordo com o hipnoterapeuta Cersi Machado, isto é possível porque a hipnose estimula partes do cérebro envolvidas na percepção, alterando substâncias químicas ligadas a outros sistemas do organismo, como o imunológico.

A hipnose é considerada um estado especial de “superatenção”, quando os dois hemisférios do cérebro trabalham em total sintonia e focalizados no mesmo objetivo, facilitando a criatividade, a concentração e até o controle corporal completo, inclusive sobre as percepções dos sentidos. “Sendo assim, o processo de cura se torna mais eficaz”, diz. Cersi lembra ainda que, desta forma, a hipnose pode ser usada em tratamentos de traumas, fobias, ansiedade, queimaduras, tabagismo, problemas sexuais, da fala, fortalecimento de autoestima, para anestesiar e controle da dor, entre outros.

01 janeiro 2011

Quatro perguntas básicas sobre Hipnose

 

1. Quem não pode/deve se submeter à hipnose?

Por ser um fenômeno natural da mente, a hipnose tem ampla atuação. Mas não é recomendada para pacientes psicóticos ou esquizofrênicos, pois pode gerar uma paranoia ainda maior. A hipnose também não tem uma eficácia ampla em pessoas com dificuldade intelectual.

 

2. Como é uma sessão de hipnoterapia?

Não existe uma forma única de se realizar uma sessão de hipnose terapêutica. Nos modelos antigos de hipnose havia uma relação de dominação entre hipnotizador e hipnotizado: o terapeuta tinha dizia ter poder sobre o paciente e dava ordens de como ele deveria se comportar.

Na visão moderna da hipnose é possível levar ao transe apenas conversando. Não é necessário olhar para pêndulos nem mesmo fechar os olhos para isso. O (hipno)terapeuta pode usar linguagem de influência para dar sugestões benéficas ao paciente. Ele não é forçado a fazer o que não quer, apenas ouvirá novas formas de lidar com seu problema de uma forma mais receptiva. Na hipnose (dita) “clássica” existe um protocolo fixo de indução ao transe, trabalho de sugestão ao inconsciente e finalização. Já na hipnose (dita) “ericksoniana”, este é um procedimento mais flexível, em que a história pessoal do paciente determina uma individualização do processo. “Por exemplo, um paciente pode achar muito positivo uma indução ao transe utilizando uma visualização em um campo ensolarado e florido. Já outra pessoa, (que pode ter passado por uma experiência desagradável em um ambiente assim), pode se sentir muito incomodado. É muito importante que o processo de indução ao transe e sugestão esteja de acordo com a história e o perfil do paciente”, diz a psicóloga Luciane Lopes Gerodetti.

Basicamente, a sessão começa com a indução ao transe (existem inúmeros tipos). Depois, é hora de trabalhar a questão que motivou a sessão. “Nesse momento o terapeuta pode dar uma sugestão direta e definitiva, como pode optar por uma história que aborde o problema metaforicamente, de tal maneira que o inconsciente é capaz de processar a nova informação e a solução por meio dos novos estímulos e percepções apresentados no processo”, explica Luciane. Ao final do trabalho, o paciente é tirado do estado de transe e retorna ao seu estado normal.

 

3. Em uma sessão a pessoa já sente melhora? Quantas sessões são necessárias para um tratamento efetivo?

Os resultados são relativos para cada paciente, mas podem perceber os resultados já a partir da primeira sessão; outros necessitam de duas ou três. A média são 15 atendimentos.

 

4. Hipnose é o mesmo que terapia de vidas passadas?

Não, mas muita gente confunde as duas. Enquanto a primeira é uma ferramenta cognitiva, a segunda consiste em uma abordagem psicoterápica. “Elas podem ser trabalhadas de forma conjunta: quem acredita em regressão a vidas passadas pode utilizar a ferramenta da hipnose para obter melhores resultados”, explica Alexandre Bortoletto, instrutor da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística.

 

Heloísa Noronha
(Originalmente publicado no site BOL Notícias.)

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Tem mais alguma dúvida sobre hipnose? É só me perguntar nos comentários aí abaixo! ;)

Abraços e até a próxima.

 


Atualizado em 2016/01/15


 

28 dezembro 2010

Hipnose é usada para tratar de doenças a problemas emocionais

GIF: “Paranoia” — Ensaio fotográfico sobre doenças psicológicas. | By @RaquelReisPh
GIF: “Paranoia” — Ensaio fotográfico sobre doenças psicológicas. | By @RaquelReisPh

 

Quando o assunto é hipnose, a imagem que vem à mente da maior parte das pessoas é a de um mágico — ou a figura de algum sujeito com pinta de charlatão — balançando um relógio na frente de uma “vítima”, que, em um estado alterado da consciência, revela coisas que não contaria se as perguntas fossem feitas de outro modo. Nada mais antiquado ou preconceituoso do que tal quadro. Hoje, a técnica serve para aliviar dores do corpo, da mente e da alma. A hipnose passou por grandes transformações desde a sua popularização por Jean-Martin Charcot e Sigmund Freud, no final do Século XIX e início do Século XX. A hipnose moderna é muito diferente da hipnose de palco, que atua numa relação de poder entre médico e paciente, e não envolve pêndulos nem uma atmosfera de mistério.

27 dezembro 2010

Hospital de São Paulo substitui sedação por hipnose

FOTO: Cachoeira
Foto: Presidente Figueiredo/AM | by Tom Alves

 

Técnica permite que pacientes claustrofóbicos façam ressonância magnética de forma consciente e calma.

 

SÃO PAULO — Imersa em uma cachoeira no meio de uma floresta tropical, a tradutora Elaine Pereira, de 43 anos, conseguiu fazer a ressonância magnética que tanto temia. A cena, na verdade, estava só na mente dela. Hipnotizada, foi capaz de relaxar sem a necessidade de sedativos. A técnica, aplicada no Hospital São Camilo, em São Paulo, permite que pacientes claustrofóbicos (com medo de lugares fechados e apertados) passem pela máquina de forma consciente e calma.

21 dezembro 2010

Hipnose pode auxiliar no Tratamento do Câncer, segundo especialista

FOTO: Menina com lenço na cabeça sorrindo
Foto: Pró-Ouvir

 

Técnica intensifica os resultados da psicoterapia em benefício do sistema imune do paciente enfermo.

 

Introdução

Melhorar o sistema imune, diminuir a dor do paciente e podendo até neutralizar os efeitos da quimioterapia. Essas são as possibilidades de auxílio que a hipnoterapia, em conjunto com a psicoterapia, oferece no tratamento do câncer. “A hipnose é um instrumento que acelera praticamente qualquer tratamento psicoterápico”, explica Bayard Galvão, psicólogo clínico e presidente dos institutos Milton H. Erickson de São Paulo e de Hipnoterapia Educativa.

Segundo Bayard, a hipnose no tratamento de enfermidades como o câncer está sendo cada vez mais difundida no Brasil: o método foi aceito em 2001 pelo Conselho Federal de Psicologia e, anteriormente, pelo Conselho Federal de Medicina. O Conselho Federal de Odontologia também aprovou a prática da hipnose, que é utilizada associada à inalação de óxido nitroso e oxigênio. “No entanto, o crescimento na utilização da hipnose encontra ainda diferentes obstáculos, como formas tradicionais de tratamentos, embora sejam muitas vezes demasiadamente demorados e, portanto, onerosos”1, avalia. Ele ressalta também o papel dos Estados Unidos, onde a hipnose encontra um campo mais amplo de desenvolvimento. “Os EUA estão muito mais abertos e preocupados com instrumentos que deem resultados em comparação a outros países”. 2

A taxa de sucesso no tratamento do câncer com o auxílio psicoterápico é considerável: de acordo com Bayard, pacientes com tumores que são submetidos a um tratamento de psicoterapia chegam a ter uma sobrevida até duas vezes maior do que pacientes que não o fizeram. Embora ainda não haja pesquisas consolidadas, com a dupla “psicoterapia e hipnoterapia”, esta taxa pode mostrar-se ainda mais animadora. “O tratamento aliado à hipnose intensificaria os resultados da psicoterapia e diminuiria o tempo para melhorar aspectos emocionais que tendem a prejudicar o tratamento”, analisa Bayard, que exemplifica: “O paciente que se apavora e entra num estado de tristeza intenso, diminui seu sistema imune, facilitando a velocidade do crescimento do câncer. Assim, o tempo é um fator vital e a hipnose pode ajudar bastante”.

Em tratamentos invasivos, como a quimioterapia, Bayard Galvão estima que, com a aplicação das técnicas de hipnoterapia, o paciente experimente melhoras em seu estado emocional a partir de dois meses. Mais informações sobre hipnoterapia em: www.hipnoterapia.com.br.

 

Originalmente publicado no site Isaúde.

 

Notas

1 O·NE·RO·SO |ô|: (latim onerosus, -a, -um) Adj. 1. Que ocasiona, impõe ou está sujeito a ônus; que está relacionado aos encargos e/ou obrigações. 2. Que tende a ser dispendioso; que causa muitos gastos ou despesas. 3. Fig. Que provoca incômodo; que pode oprimir ou sufocar; molesto.
Plural: onerosos |ó|. ↵

2 Recentemente, COFFITO (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) regulamentou o uso da Hipnose em Fisioterapia e Terapia Ocupacional na Resolução COFFITO nº. 380, de 3 de novembro de 2010. ↵

 


Atualizado em 2016/01/24